Dicas de filmes para pensar aspectos da educação


Educação

03/08/15 13:34 - Atualizado em 03/08/15 13:37

1.    Vermelho como o céu

Título original: Rosso Come Il Cielo

País: Itália, 96 min.   Ano: 2006     Classificação: 12 anos

Direção: Cristiano Bortone       Produtor: Cristiano Bortone, Daniele Mazzocca

“VERMELHO COMO O CÉU”retrata a história real de Mirco Mencacci, um renomado editor de som, com deficiência visual, da Itália. Mirco, personagem apresentado no longa, sofre um acidente e perde a visão com 10 anos, com isso é obrigado a ir estudar num internato para deficientes visuais, pois na Itália dos anos 70 havia uma lei que proibia essas pessoas de frequentar a escola pública regular.  No internato, ele descobre um gravador e começa a desvendar seus outros sentidos, principalmente a audição. Usa-o para representar sons da natureza, e com a ajuda de amigos constrói histórias fascinantes. Ele não ficou limitado a sua condição, buscou seus sonhos se adaptando ao novo modo de vida.(Por Ana Stamato, fonte:  https://matavunesp.wordpress.com/2013/11/24/resenha-do-filme-vermelho-como-o-ceu-por-ana-stamato/)

2.    Ser e Ter

Título original: Être et Avoir

País: França, 104 minutos, Ano: 2002,  Classificação: Livre

Direção: Nicholas Philibert Produção: Gilles Sandoz

 

SER E TERconta a historia de um dedicado professor chamado Georges Lopes, que trabalha com crianças de várias idades (4 e 11 anos) e dividem a mesma sala de aula em uma escola localizada numa pequena cidade rural no centro da França, nos anos 90. Georges está sempre valorizando suas relações pessoais, não ensina apenas as disciplinas, mas também a cortesia e valores, no sentido da construção de personalidade dos alunos.

Dessa forma, valoriza o SER de cada aluno.

 

3.     Balzac e a Costureirinha Chinesa

TítuloOriginal: Balzac et la petite tailleuse chinoise

País: França/China,  Duração: 111 minutos, Ano: 2002

Direção: Sijie Dai,  Classificação: 12 anos

 

BALSAC E A COSTUREIRINHA CHINESAé um retrato de como a cultura, a alfabetização e o saber podem ser motores de mudanças, de como os efeitos sociais da literatura podem mudar o mundo. Durante o regime maoísta na China Comunista, dois amigos, Lu e Ma, são enviado para as montanhas, por causa de suas orientações reacionárias (entenda-se ocidentalizantes), para passarem por um processo de reeducação. Neste local, conhecem uma jovem singela costureirinha, que é alfabetizada e formada pelos jovens ao longo do filme, por meio da leitura de livros proibidos naquele regime político (como Balzac, Zola e Flaubert).

 

4.    TARJA BRANCA

Ano de lançamento: 2014 (Brasil) 

Direção: Cacau Rhoden

Duração: 80 minutos 

TARJA BRANCAé um documentário que aborda o direito de brincar na educação infantil e ao longo da vida. Em contraponto aos medicinais de “tarja preta” para as neuroses da sociedade contemporânea o filme propõe a tarja branca, que seriam os brinquedos e brincadeiras, prazeres proporcionados e o autoconhecimento.

Brincar é coisa séria!

 

5.    Nenhum a Menos

Título Original: Yige dou buneng shao

País: China, Ano: 1999, Duração: 106 minutos, Classificação: 12 anos.

Direção: Zhang Yimou.

 

NENHUM A MENOS revela o esforço de uma menina de 13 anos, professora substituta (mesmo não tendo formação para tal, mas apresenta empenho), numa zona rural chinesa para manter todos os alunos na escola. O prefeito da cidade, preocupado com a constante evasão escolar, lhe recomenda que mantenha todos os alunos na escola, e não deixe nenhum partir. A precariedade do local é apresentada, por exemplo, ao reservar um giz para cada dia letivo. Outro aspecto abordado no filme é a necessidade das crianças de trabalhar, ou mesmo, a promessa de uma vida melhor na cidade.

 

6.   Entre os Muros da Escola

Título Original: Entre Les murs

País: França, Ano: 2007, Duração: 128 minutos. Classificação: 12 anos.

Direção: Laurent Cantet

 

 ENTRE OS MUROS DA ESCOLA, baseado no livro homônimo escrito por François Bégaudeau, retrata sua prática docente do próprio Bégaudeau, autor e personagem da história.  (...) François, personagem citado anteriormente, é o professor de uma escola que atende tanto a alunos parisienses, como também aqueles provindos de antigas colônias francesas (como o Reino de Marrocos e a República de Mali), bem como de outros países, como o casal de irmãos asiáticos, filhos de imigrantes ilegais. O professor, frente ao contexto heterogêneo em sala, em meio a tantas culturas, prende-se cada vez mais ao ensino de uma língua normatizada pela gramática, temendo talvez não conseguir arcar com os diferentes dialetos trazidos por seus alunos. Conduz, assim, aulas expositivas nas quais mostra e explica os conteúdos gramaticais com exemplos descontextualizados. (Fonte: http://www.entrepalavras.ufc.br/revista/index.php/Revista/article/viewFile/15/59)

 

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